Sinto-me preso, como que estivesse dentro de uma bolha em que por mais força que bata, ela não fura, pior, penso que me aperta mais, asfixiando-me, não me deixando espaço de manobra para me mover. As vezes tenho receio que a bolha me aperte de tal força que chegue a ponto de esmagar, destruindo tudo o que existe em mim; as vezes penso que preciso de ajuda para me libertar daquele espaço que me vai apertando aos poucos. Mas espero que um dia consiga sair deste lugar, libertando-me deste lugar que de vez em quando me atormenta.
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